Dízimo


Texto Base: Levítico 27:30-33


No período da lei, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte dos animais, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (Nm. 18:21-26).
O dízimo era usado primeiramente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos Sacerdotes, uma vez que Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na “terra prometida” (Dt. 14:22-29).
No âmago do dízimo, subentende-se a idéia de que Deus é o dono de tudo – conforme diz o salmista (Sl. 24:1); que os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida, sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1:21; Jo. 3:27; 1 Co. 4:7).
Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenandoque os seus Lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado.

Houve ocasiões na história do antigo testamento em que o povo de Deus reteve egoisticamente o dinheiro, não devolvendo os dízimos ao Senhor. Por causa disto, muitos israelitas estavam sofrendo infelicidades financeiras. Posto isso, Deus castigou seu povo por se recusar a trazer-lhe a décima parte à “Casa do Tesouro” (Ml. 3:9-12).
Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso, é algo que nos confiou aos cuidados, visto que não temos nenhum domínio sobre nossas posses.
No tocante a administração do nosso dinheiro, devemos de todo coração, servir a Deus, não ao dinheiro (Mt. 6:19-24).
Observa-se que no período neotestamentário não se fala em dízimo propriamente dito, porém implícito e indiretamente, uma vez que nossas contribuições devem ser proporcionais àquilo que Deus nos tem dado, ou seja, de acordo com nossa renda (1 Co. 16:2).
Nossas contribuições devem ser voluntárias e generosas. Não devemos hesitar em contribuir de modo sacrificial, pois para Deus, o sacrifício envolvido é muito mais importante do que o valor monetário da dádiva (Lc. 21: 1-4).


Não podemos nos olvidar que a justiça divina é pra todos!!!

“Se de alguma maneira vivemos como na “dispensação legalista” estamos resignados a ordenações, mandados e regras obrigatórias; contudo, se vivemos na “dispensação da graça” somos altruístas, voluntarios, agimos com espontaneidade e acima de tudo compreendemos o amor cristocêntrico, que é mais exigente que a própria lei” (J. Oliveira)

• Textos refexivos: Mt. 19:21; 1 Tm. 6:19; 2 Co. 9:6

É Preciso Perdoar






A Maioria das pessoas sentem uma grande dificuldade em perdoar alguém. Quando pensamos em perdoar no sentimos incapazes, essa palavra meche com a nossa mente... 




Acredite, você não se torna inferior perdoando alguém, perdoe!




Deus Abençoe Grandemente..
Se você não consegue perdoar...
Ore e jejue em favor do perdão!
Ore pela pessoa e pela sua Vida também...

Fiquem na Paz!

Versículo do Dia


"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra."
 (II Crônicas 7:14)

Carta de Deus para Você


Pregação - Juliano Son


Uma Palavra de Benção para sua Vida! Não deixe de assistir...!


O Amor

Texto Base: 1 Coríntios 13:1-3


O amor é um atributo de Deus, mas permeia a todas as coisas, de tal modo que é legítima a declaração que “Deus é amor”. O amor é a força dinâmica de toda a criação, bem como a origem de toda autêntica bondade, porquanto a lei inteira se alicerça no amor (Mt. 22:34-40).




O amor é de Deus. Deus é a única fonte de todo amor. Não pode haver nenhum amor fora de Deus. Isso significa que o único amor que existe é o amor de Deus; amor é uma característica do seu ser divino. Em tudo o que ele é e em tudo o que ele pensa, deseja, determina e faz, ele é amor. Deus como Deus, o todo poderoso, o criador soberano, o sustentador de todas as coisas, e o redentor dos seus eleitos em Cristo – em tudo isso, Deus é amor (1 Jo. 4:7-8).

O apóstolo Paulo diz que o amor é o vinculo da perfeição. O amor é um vinculo, pois ele une ou torna dois em um. Eles são unidos com uma mente, uma vontade e um desejo. Amor é uma unidade na comunhão. Amor é o vinculo da perfeição moral, isto é, o que a Bíblia chama de santidade (Col. 3:14)



A escrita poética de São Paulo aos romanos nos relata que Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Deus nos amou tanto que ele deu seu único filho “primogênito” à cruz, às agonias do inferno, a morte e ao sepulcro por nós. 





Olhando para este amor maravilhoso de Deus e considerando nossa indignidade como pecadores depravados e imundos, só podemos exclamar: “Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não o conhece a ele” (1 Jo. 3:1).

Deus amou o mundo e ainda nos ama! Ele nos amou na eternidade. Antes da fundação do mundo, Deus, em seu amor nos predestinou para sermos conformados à imagem do seu filho. Deus, que não tinha necessidade de nós determinou colocar seu amor sobre nós; amor este certamente manifesto em Cristo e na sua Cruz (Jo. 3:16).




Retiro de Jovens 2014

De 01 a 04 de Março de 2014 os jovens estavam retirados em uma Chácara para Louvar, adorar e buscar a presença do Senhor Jesus. A Seguir algumas fotos marcando alguns momentos... 
Deus é Fiel e mais uma vez fomos surpreendidos... O Retiro de Jovens foi uma benção!!!











Versículo do dia


Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a 
si mesmo por mim.
(Gálatas 2:20)

Idolatria

Texto Base: Êxodo 20: 3-4



O termo idolatria refere-se à adoração ou veneração à ídolos ou imagens, quando usado em seu sentido primário, porém, em um sentido mais amplo, pode indicar a veneração ou adoração à qualquer objeto, pessoa, instituição, ambição (desejo exagerado de alcançar bens materiais), enfim, tudo aquilo que tome o lugar de Deus, ou que diminua a honra que lhe devemos (Sal. 95:1-6).

Um dos principais propósitos da fé cristã e do desenvolvimento espiritual é livrar-nos de todas as formas de idolatria, visto que, qualquer desejo ardente, que faça sombra ao amor à Deus envolve alguma idolatria (Col. 3:5).

A idolatria consiste na adoração à algum falso deus, ou a prestação de honras divinas ao mesmo.O “estado mental” dos idólatras é radicalmente incompatível com a fé monoteísta, uma vez que não temos a capacidade de servir á dois senhores (Mat. 6:24).

Na idolatria há outros elementos que usurpam a posição que cabe somente à Deus. Podemos fazer da auto glorificação um ídolo, bem como, das altas posições sociais. Tudo o que se torne exclusivamente importante em nossa vida pode tornar-se um ídolo para nós.

O relato bíblico do povo de Israel que adorou o Bezerro de ouro “Ápis”, o deus-touro do Egito, ao pé do Monte Sinai é uma prova de idolatria no judaísmo primitivo (Êx. 32:1-8).

Na primeira carta ao povo de Corinto, Paulo supunha que os ídolos representam forças demoníacas 
(1 Cor. 10:14,19-21).

O ídolo representa alguma divindade, ou então é aceito como se tivesse qualidades divinas por si mesmo. Não diferente disso, uma imagem também pode ser um amuleto que é concebido como dotado de alguma forma de poder, proteção, ajuda ou de permitir alguma realização.    
No novo Testamento, qualquer coisa muito desejada que suplante a comunhão com Deus ou a impeça é considerado idolatria.

A Bíblia descreve a idolatria como uma abominação, odiosa á Deus e totalmente destituída de proveito 
(Dt. 7:25; 16:22).


Deus Abençoe! 

Versículo do Dia


"Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna."
(João 3:16)

Construindo um Novo Templo


A Paz em Cristo Jesus...!

Irmãos (as) estamos firmes nessa caminhada, a construção da nova Igreja está cada dia mais abençoada e é graças a suas, as nossas orações; Deus está fazendo uma grande obra e o testemunho será para fortificação de muitas almas. Não para por aqui, continua... Pedimos a você que apresente o nosso Ministério em suas orações, apresente essa obra, sabemos que ela está nas mãos de Deus e Ele é grandioso pra fazer infinitamente mais...!

Talvez Deus toque em seu coração para que você possa nos abençoar, não importa a forma, cada tijolo é importante demais e essencial para que essa obra finalize. Você pode contribuir com materiais de Construção ou com algum valor em Dinheiro; pode acreditar, Deus irá multiplicar em sua Vida!



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VAMOS JUNTOS EDIFICAR ESSA OBRA


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Deus Conosco

Em todo lugar e em qualquer situação, Jesus sempre está presente, pois seu nome é 
Emanuel, o Deus conosco. Jesus é nosso amigo e Ele partilha dos nossos momentos de alegria e até mesmo de dor. Ele é quem nos ajuda nas nossas dificuldades, nos consola, nos 
aceita, nos encoraja a prosseguir. Ele é quem nos traz dignidade de viver. Ele é quem enxuga 
nossas lágrimas. 

Ele está agora aí do seu lado, sinta sua presença e o adore...


Santificação




O termo santificação não subentende uma perfeição absoluta, mas a retidão moral de um caráter imaculado, demonstrado na pureza do crente diante de Deus, na obediência à sua lei, e na inculpabilidade desse crente diante do mundo (Fp. 2:14-15).


O apóstolo Paulo nos diz na carta “Aos romanos” que o cristão, pela graça que Deus lhes deu, morreu com Cristo e foi liberto do poder e domínio do pecado, por isso, não precisa nem deve pecar, e sim obter a necessária vitória no seu Salvador, Jesus Cristo, pois, mediante o Espírito Santo, temos a capacidade para não pecar, embora nunca cheguemos a condição de estarmos livres da tentação e da possibilidade do pecado (1 Jo. 3:16). 

A santificação no período veterotestamentário, isto é, no A.T. foi a vontade manifesta de Deus para os israelitas; eles tinham o dever de levar uma vida santificada, separada da maneira de viver dos povos à sua volta. De igual modo a santificação é um requisito para todo crente em Cristo, uma vez que as escrituras declaram que sem santificação ninguém verá o Senhor (Ex. 19:6).

Como os filhos de Deus são santificados? (1) Mediante a fé (At. 26:16-18); (2) pela união com Cristo na sua morte e ressurreição (1 Cor.1:30); (3) pelo sangue de Cristo (1 Jo. 1:7-9);    (4) pela Palavra (Jo. 17:17) e (5) pelo poder regenerador e santificador do Espírito Santo no eu coração (Jer. 31:31-34).

A santificação é uma obra de Deus, com a cooperação de seu povo (2 Cor. 7:1). Para cumprir a vontade de Deus quanto à santificação, o crente deve participar da obra santificadora do Espírito Santo ao cessar de praticar o mal, ao se purificar “de toda a imundícia da carne e do espírito” e ao se guardar da corrupção do mundo (Rm. 6:12-14, 19).

A verdadeira santificação requer que o crente mantenha profunda comunhão com Cristo, mantenha comunhão com os crentes, dedique-se a oração, obedeça a Palavra de Deus, mortifique o pecado e seja guiado pelo Espírito Santo (Rm. 8: 14).

Por fim, o crente pode receber de Deus uma clara revelação da sua santidade, separar-se ainda mais do pecado e do mundo e andar em consagração á Deus (Rm. 12:1-2).


Deus Abençoe...
Até a próxima postagem...! '')

A Ovelha perdida

Nessa parábola Jesus, para exemplificar o amor de Deus por aqueles que estão perdidos, usa como plano de fundo a história de um homem que cuidava de cem ovelhas, mas que acaba perdendo uma delas. Esse homem, sem hesitar, deixa as noventa e nove ovelhas que estão a salvo e empreende uma jornada em busca daquela que se desgarrou. Quando a encontra faz uma grande festa diante da sua comunidade pela conquista de achar a ovelha que estava perdida.




 LIÇÕES DA PARÁBOLA

 Cada ovelha é preciosa. Muitos poderão dizer que esse homem da parábola foi negligente por deixar suas noventa e nove ovelhas e ir atrás de apenas uma que estava perdida. Porém, o ensino bíblico é que cada ovelha é preciosa. Cada vida é muito preciosa aos olhos de Deus. Está ai o porquê Jesus ter dado Sua própria vida em resgate de Suas ovelhas que estavam perdidas e tê-las resgatado.

 As ovelhas que não estão perdidas não precisam do mesmo cuidado que a que está perdida. Quando uma ovelha está perdida ela passa a necessitar mais de atenção. Ela precisa de mais cuidados, de correção, de amparo, de instrução. Nesse sentido, o homem da parábola age corretamente como alguém que deseja ver sua ovelha novamente “encontrada”. Assim também é com Deus, que busca as Suas ovelhas desgarradas a fim de vê-las em Sua presença novamente. E é evidente que elas precisam de mais cuidados que aquelas que não estão perdidas.

 A alegria de encontrar uma ovelha perdida é muito grande. O coração egoísta quer toda a atenção para si, mas aquele que vê a dor do “outro” se alegra sobremaneira pela recuperação de alguém que, antes, parecia irrecuperável. Foi o caso dos amigos e vizinhos do homem que recuperou a ovelha perdida e também do “céu” que se alegra quando um pecador se arrepende. Não há espaço para egoísmo, mas sim para festejar.

 Deus ama as ovelhas perdidas. De certa forma todos nós já fomos ovelhas perdidas. Já estivemos longe de Deus e, Ele, amorosamente, nos resgatou e nos trouxe de volta à Sua presença. Assim, devemos também, amorosamente, cooperar com Deus na busca das ovelhas perdidas que estão por esse mundo afora. Essa é uma mensagem muito forte que a parábola passa e que Jesus quis incutir na mente dos religiosos daquele tempo.



Deus Abençoe!!!!!!!
Até a próxima Postagem... 

A Mulher do Fluxo de Sangue


  A Bíblia conta, em Mateus 9:20 - 22, Marcos 5:25 - 33 e Lucas 8:44 - 48, a história de uma mulher que há 12 anos, vinha sofrendo com um fluxo de sangue, uma hemorragia. Esta mulher havia gastado tudo o que tinha com médicos, mas o seu problema ainda assolava. Imagino eu que aquela mulher já estava fraca, pois uma pessoa que perde sangue, fica fraca. Não havia uma saida para aquele problema, na medicina dos homens. Imagino eu, que ela, com o restinho de esperança que faltava, ela dizia: Meu Deus, o que será de mim, será que eu vou morrer, mas quando ela ouviu falar de Jesus, ela disse: Eu sei que se eu tocar na veste dele, eu serei curada, ela enfrentou a multidão e tocou na orla das vestes de Jesus, foi curada, e logo Jesus, conhecendo que dele saiu virtude, perguntou a multidão:

       _ ALGUEM ME TOCOU
   E eles disseram:
    _ TU VÊ QUE A MULTIDÃO TE APERTA E TU PERGUNTA: QUEM ME TOCOU?
  A mulher então, temendo e tremendo, disse a verdade, Jesus a disse:
    _ VÁ EM PAZ, A TUA FÉ TE SALVOU.





  Neste ponte, eu entendo que: para a mulher do fluxo de sangue alcançar a vitória, ela fez uso de alguns elementos:


           1 - ELA TEVE FÉ


      A Biblia diz em Hebreus 11: 1 que a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.
          Eu entendo nesse texto, pra ela alcançar a vitória, ela teve que ter fé, ela creu na cura, no milagre, ela disse:
   _ SE EU TOCAR NA ORLA DAS VESTES DELE, EU SEREI CURADA.


    O crente pode perder tudo, mas uma coisa que o crente não pode perder é a fé. A Biblia diz em Hebreus 2: 4, que o Justo viverá pela fé. Jesus disse, em Mateus 17:20, que nós tivermos fé como um grão de mostarda, nós diremos ao monte:  Passe daqui para lá, e ele se moverá.


          Entendo eu que quando Jesus disse essas palavras, ele estava falando, que se nós dissermos para o monte: Passa daqui para lá (não ao monte de terra, mas sim aquele monte que está impedindo você no te emprego, aquela doença que não quer sair, alguma coisa que está te impedindo de conquistar vitórias) e esse monte vai ter que se mover.


 A Biblia diz em Romanos 10: 17, que a fé vem pelo ouvir a palavra de Deus e eu entendo nesse texto, que depois de ouvir sobre Jesus, ela teve fé.



  Primeiro, ela teve fé.


                     2 - ELA TEVE DETERMINAÇÃO


      Segundo o dicionário, determinação vem do latim DETERMINATIONE, que significa decidir, resolver. Ela foi determinada  vencer os obstáculos e a tocar na orla das vestes de Jesus. Muitas vezes na vida, nós precisamos ser determinados  para fazer alguma coisas, para vencer algumas batalhas. Sem determinação vai ser difícil você conseguir alguma coisa.


                     
                        3 - ELA TEVE QUE CORRER RISCOS


      Mas qual era o risco que ela corria? Ela corria o risco de der pisoteada pela multidão. A mulher estava fraca, e como era uma multidão, eu imagino que havia um certo empurra - empurra e ela ali no meio. Muitas vezes nós temos que correr riscos na nossa vida, para conseguir alguma vitória,  mas fiquemos firmes no Senhor, corra o risco que vier, Deus é contigo, e se Deus é por nós, quem será contra nós?




      Talvez você esteja que nem essa mulher com o fluxo de sangue, talvez você esteja fraco, baleado com a bala do pecado, em situação extrema como essa mulher, mas Jesus quer te encher do sangue de novo, sangue purificador, sangue renovador, sangue restaurador, o sangue da cruz do calvário e tenha de uma coisa: nesse sangue há poder, poder pra libertar, poder para curar, poder para salvar, poder para transformar vidas, poder para renovar.


   Que Jesus possa aumentar sua FÉ cada dia mais.



Religião

Graça e Paz à todos os Leitores...
Deus Abençoe todos os que sempre nos visitam e estão atentos a novas postagens. Hoje vamos falar de algo muito interessante! 

Vocês sabiam que dia 21 de Janeiro é comemorado o dia da Religião?

Vamos juntos entender melhor sobre isso...




O termo religião não é outra coisa senão o indivíduo: este ser limitado em sua condição humana, tentando parecer bem “aos olhos” do ser infinitamente perfeito de suas convicções, isto é, respeitando as atitudes e as regras do credo, bem como da comunidade religiosa que fazem parte.
Se falarmos em cunho filosófico logo depreenderá que o homem por natureza é um ser religioso, visto que o homem tem capacidades dentro de si, que o forçam a assumir e a seguir certas idéias religiosas, levando-o deste modo a pôr em ação tais imposições ou ideologias. E tal conclusão é de tamanha veracidade, visto que não podemos nos olvidar do poder mandatório do Espírito de Deus (Jo. 14:26).
No primeiro capitulo de Romanos, Paulo argumentou - com base na religião, que devido ao próprio testemunho da natureza, o homem está obrigado, por sua própria consciência, a crer em certas realidades.
Contudo a parte sombria disso tudo é que alguns “religiosos radicais (ortodoxos)” querem entender que a “verdade” está reduzida somente às crenças ou denominações à que pertencem, de maneira que o adverso sempre será algo imaginário, inexistente ou algum tipo de heresia.
O fato é que todos somos adeptos á alguma religião, quer seja na pratica quer seja na teoria, todavia deveríamos não estar cativos á pontos indelicados e EGOÍSTAS, porquanto o papel da religião é respeitar as demais convicções.


Deus Abençoe!!!


         Volte Sempre...!!!


Estudo Bíblico (Da Criação à Salvação)


Resumo da Sistemática Bíblica (Da Criação à Salvação)         

EBD- Min. Bom Pastor

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Deus se revela na Bíblia como um ser supremo, infinito, eterno, auto-exististe e como a Causa Primária de tudo o que existe. Nunca houve um momento em que Deus não existisse. Noutras palavras, antes de criar o universo finito, Deus já existia (Sal. 90:2).
Deus se revela como um ser pessoal que criou Adão e Eva “à sua imagem” (Gn. 1:26).
No tocante à atividade da criação, Deus criou todas as coisas em “os céus e a terra” (Col. 1:16). 




Explicação: O verbo “criar” (hb. “bara”) é usado exclusivamente em referência a uma atividade que somente Deus pode realizar. Significa que num momento específico, Deus criou a matéria e a substância, que antes nunca existiram. Deus criou tudo pelo poder de sua Palavra, sem se utilizar de qualquer matéria preexistente. Tudo o que existe é resultado da Palavra proferida por Deus: “Haja”.

Nessa grande atividade, toda a Trindade, e não apenas o Pai, desempenhou sua parte na criação. O Filho é descrito como a “Palavra” poderosa (“Verbo”) (Jo. 1:1). Já o Espírito Santo é descrito como “pairando” (“se movendo”) sobre a criação (Gn. 1:2C).

Embora Deus tenha criado um conjunto bem organizado e um ser perfeito, o pecado entrou no mundo. Precisamos afirmar claramente que o pecado não se originou em Deus, pois Deus não pecou e não deve ser culpado pelo pecado. Foi o homem quem pecou, os anjos quem pecaram, e nos dois casos o fizeram por escolha intencional e voluntária (Dt. 32:4; Tg. 1:13).



Em várias passagens, as Escrituras Sagradas nos relata que herdamos o “pecado adâmico”, isto é, somos considerados culpados. Além da culpa legal que Deus nos imputa, também herdamos uma natureza pecaminosa como conseqüência desse pecado, às vezes denominado “pecado original” (Sl. 51:5).
Mas Deus, sendo amoroso e poderoso decide escolher um povo para si, deste modo, realiza a chamada de Abrão (posteriormente chamado Abraão [em Gn.17:5]) que dá início a um novo capítulo na revelação do A.T sobre o propósito divino de redimir e salvar a raça humana. A intenção de Deus era que houvesse um homem que o conhecesse e o servisse e guardasse os seus caminhos. Dessa família surgiria uma nação escolhida, de pessoas que se separavam das praticas ímpias de outras nações para fazerem a vontade de Deus (Gên. 12:1).
Essa chamada continha não somente promessas, como também compromissos. Deus requeria de Abraão tanto a obediência quanto a dedicação pessoal a Ele como Senhor para que recebesse aquilo que lhe fora prometido (Gên. 15:1-6; 17:1-2).



As gerações de Abraão (o “Pai da Fé”) foram se expandindo até chegar ao tempo de Moisés, por volta de 500 anos após a morte do primeiro patriarca. Após 430 anos de servidão dos hebreus ante o Faraó, Deus resolve tirar seu povo da escravidão egípcia através de seu líder, Moisés. Um dos aspectos mais importantes da experiência dos israelitas no Monte Sinai foi o de receberem a Lei de Deus. A “Lei Mosaica” (hb. Torah [ensino]), admite uma tríplice divisão: (1) a Lei Moral, que trata das regras determinadas por Deus para um santo viver (Êx. 20:1-17); (2) a Lei Civil, que trata da vida jurídica e social de Israel como nação (Êx. 21:1-23:3); (3) a Lei Cerimonial, que trata da forma e do ritual da adoração ao Senhor por Israel, inclusive o sistema sacrifical (Êx. 24:12-31:18).

A lei não foi dada como um meio de salvação para os perdidos. Ela foi destinada aos que já tinham um relacionamento de salvação com Deus (Êx. 20:2). Antes, pela lei Deus ensinou seu povo como andar em retidão diante dele como seu redentor, visto que os israelitas deviam obedecer à lei mediante a graça de Deus a fim de perseverarem na fé e cultuarem também por fé, ao Senhor (Dt. 30:15-20).
Contudo, antes dos hebreus receberem a promessa feita á Abraão (que sua descendência habitaria em uma terra abundante), Deus formalizou um concerto. O concerto de Deus com os Israelitas, feito ao sopé do Monte Sinai abrange os dois princípios básicos. (1) Unicamente Deus estabelece as promessas e compromissos de seu concerto. (2) Aos seres humanos cabe aceitá-los com fé obediente. As promessas de Deus, neste concerto, eram basicamente as mesmas que foram feitas á Abraão (Êx. 19:1). Antes de Deus cumprir todas as promessas, Ele requereu que os israelitas se comprometessem á observar suas leis declaradas quando eles estavam acampados no Monte Sinai (Êx. 24:3).



Muitos séculos se passaram e o povo de Deus nunca se manteve estável em seus estatutos e preceitos. Os pedidos e orações do povo Israelita eram aceitos por Deus, apesar deles nunca permanecerem fiéis às suas palavras. Deus enviou Juízes ao povo, mas o povo não obedeceu ao magistrado; Deus enviou Profetas, mas seus decretos não foram ouvidos; Deus enviou reis, mas a monarquia não se manteve monoteísta. Contudo, havia várias profecias sobre um futuro Messias que seria cheio do poder do Espírito Santo, que por fim, libertaria o povo escolhido por Deus de toda escravidão espiritual.
Jesus nasceu em Belém, na Judéia e ao seu tempo iniciou seu ministério (por volta do ano 33 da era cristã). Quando Jesus leu Isaías 61:1-2 na Sinagoga de Nazaré, acrescentou: “Hoje se cumpriu esta escritura em vossos ouvidos” (Isaías 61:1-2 e Lc. 4:18-21).


Os evangelhos declaram que Jesus foi concebido mediante o Espírito Santo e nasceu de uma virgem, Maria (Mt. 1:18-23). Devido á sua concepção milagrosa, Jesus era livre de toda mácula do pecado. Por isto, ele era digno de carregar sobre si a culpa dos nossos pecados e expiá-los. Sem um salvador perfeito e sem pecado, não poderíamos jamais obter a redenção.
 Ao início de seu ministério, Jesus escolheu 12 aprendizes, os quais expandiriam seu evangelho. Jesus lhes ensinava que eles teriam autoridade para expulsar demônios, fazer milagres e maravilhas, mas necessitaria nascer do Espírito, isto é, serem regenerados. Assim Jesus soprou espiritualmente sobre os discípulos, e eles se tornaram novas criaturas (2 Cor. 5:17).

A concessão do Espírito Santo era, realmente, a primeira vez que a presença regeneradora do Espírito Santo e a nova vida do Cristo ressurreto permeavam os discípulos. O passo seguinte seria o batismo no Espírito, o qual é para todos que professam sua fé em Cristo; que nasceram de novo, e, assim, receberam o Espírito Santo para neles habitar.
Ser batizado no Espírito significa experimentar a plenitude do Espírito. Este batismo teve lugar somente a partir do dia de Pentecostes. Esse evento só ocorreu depois da ascensão de Cristo (Jo. 16:7-14).

Uma vez que somos limitados, e tudo o que é limitado necessita de manutenção, Cristo nos deixou um sustento para nos mantermos conservados em fé. Essa manutenção, chamada santificação, é uma obra de Deus, com a cooperação de seu povo (2 Cor. 7:1). Para cumprir a vontade de Deus quanto à santificação, o crente deve participar da obra santificadora do Espírito Santo ao cessar de praticar o mal, ao se purificar “de toda a imundícia da carne e do espírito” e ao se guardar da corrupção do mundo (Rm. 6:12-14, 19).
Por fim o desfecho dessa sistemática é a salvação e todo cristão deseja receber a salvação, ou seja, quando Cristo voltar ou a morte chegar, esse cristão irá estar com o Senhor, no céu (Fp. 1:23; 2 Cor. 5:8).


“Bem-aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento”. (Pv. 3:13)


Oração e Jejum



Se você acha que tudo está perdido, busque a DEUS e Ele lhes dará uma resposta. Se entregue, confie... Seja forte e permaneça Orando sem cessar!
Oração e jejum são sempre armas fortes para manter afastado o inimigo e derrubar fortalezas. Quando Deus coloca em seu coração que certo pedido precisa ser acompanhado de jejum, é importante que você escute. Jejuar é um meio de negar a si mesmo, de deixar de fazer aquilo que mais gosta para colocar Deus em primeiro lugar em sua vida.
O diabo odeia isso porque sabe que é um meio seguro de resistir-lhe e derrotá-lo. Jejum e oração enfraquecem o poder das forças espirituais do mal no reino das trevas, não permitindo que o diabo aja em nossas vidas e em nossas mentes.
O jejum e a oração levam a nossa carne à submissão, privando-a de fazer o que quer com a nossa vontade.
O tipo de jejum que Deus deseja é o de um coração obediente, disposto a dizer que confia Nele com todas as suas forças, onde você fica, por exemplo, sem comer durante um tempo, sem fazer alguma coisa que gosta muito, enfim, para que uma pessoa seja curada, um amigo seja liberto, que uma pessoa que se encontra perdida seja encontrada, que alguém que esteja nas trevas, encontre a luz ou que aprenda a viver com sabedoria e paz.
Todo jejum é minúsculo para poder pagar por tudo isso, mas a misericórdia de Deus trás a resposta. Mas, também devemos ficar atentos para ouvir o que o Senhor tem a nos dizer sobre o jejum, pois Ele sempre está nos dizendo alguma coisa. Se você quer e pode jejuar, não faça por obrigação, mas faça-o por confiar Nele, amá-lo e reconhecer que todo poder é Dele.



Deus Abençoe!!!

Vaso nas Mãos do Oleiro

Deus criou o homem do pó da terra. O homem é um vaso criado por Deus, que se estragou. Deus fez um vaso bom, mas o vaso acabou desmantelando-se no pecado. Assim Deus propôs desmanchar o vaso estragado e fazer outro vaso bom. A obra de Cristo na cruz tem como ênfase refazer este vaso avariado. Quando Jesus foi crucificado, Deus nos crucificou juntamente com ele, destruindo o velho Adão, a nossa natureza rebelde. Quando Jesus foi ressuscitado, Deus nos ressuscitou juntamente com ele, nos tornando um novo homem. Esta é a mensagem alvissareira do cristianismo.
A graça de Deus é suficiente para regenerar o homem degenerado pelo pecado. O vaso estragado foi desfeito na cruz em Cristo e um novo vaso foi construído na ressurreição juntamente com Cristo.



“Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o Senhor. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, 
ó casa de Israel”.
(Jeremias 18:6)